Empreendedorismo feminino: 2025 foi a prova. 2026 é a consequência.

O ano em que o Ella Hub construiu base, legitimidade e potência para escalar impacto

Empreendedorismo feminino não é tendência. É infraestrutura de futuro.
E 2025 foi o ano em que o Ella Hub provou isso com evidências — não com promessas.

Enquanto muita gente ainda trata mulheres empreendedoras como “público”, o Ella Hub tratou como o que elas realmente são: força econômica, social e cultural. 2025 foi um ano de construção silenciosa e resultados visíveis — daqueles que dão lastro para 2026 nascer grande, estável e inevitável.

Este artigo é uma retrospectiva aprofundada do que foi realizado em 2025 e, ao mesmo tempo, um mapa estratégico do potencial do Ella Hub para 2026: mais impacto, mais rede, mais presença e mais tecnologia a serviço da vida real.

Por que 2025 importa para o empreendedorismo feminino (e não só para o Ella Hub)

Porque 2025 foi o ano em que o Ella Hub deixou de ser percebido apenas como comunidade e passou a operar como plataforma de oportunidades.

Uma plataforma que articula, ao mesmo tempo:

  • rede de apoio e pertencimento (o que sustenta)
  • presença física e encontros (o que conecta)
  • visibilidade para marcas femininas (o que gera acesso)
  • projetos de impacto social (o que transforma territórios)
  • tecnologia e IA (o que acelera decisões e crescimento)

Em 2025, o Ella Hub não “fez ações”. Ele construiu infraestrutura de empreendedorismo feminino.

Fevereiro: quando o ano começou pelo corpo — e o corpo virou estratégia

Fevereiro trouxe um marco institucional e um marco simbólico — e os dois disseram a mesma coisa: o Ella Hub estava pronto para crescer com consistência.

A aprovação no Startup in Lab da Fecomércio foi mais do que uma conquista. Foi o reconhecimento de que o Hub já opera com seriedade em ambientes de inovação e aceleração, sem perder sua identidade.

Mas o tom do ano foi dado mesmo no primeiro evento de 2025, no estúdio de pilates da Fátima Ferreira. Em uma manhã de sábado, empreendedoras se reuniram para respiração, relaxamento e presença.

Num mundo onde todo mundo quer produtividade, o Ella Hub começou pelo essencial: não existe empreendedorismo feminino sustentável sem saúde emocional e física. Aceleramos negócios — mas não sacrificamos mulheres.

Março: impacto social, posicionamento estratégico e visibilidade real para mulheres

Março foi um mês de densidade. E densidade é o que diferencia movimento de legado.

Foi quando iniciamos a Etapa Casulo do Programa Donna, em parceria com a Prefeitura de Flores da Cunha, dentro do Ella Inova on the Road — um projeto de impacto social que capacitou empreendedoras em vulnerabilidade social e econômica.

Aqui, empreendedorismo feminino não foi tratado como “inspiração”. Foi tratado como autonomia, como construção de renda, como pertencimento, como futuro possível.

E março também marcou um lançamento estratégico: a Vitrine da Comunidade Ella Hub, um espaço de divulgação das marcas das integrantes dentro do site do Ella Hub. Isso muda o jogo porque dá visibilidade estruturada, permanente, e transforma comunidade em oportunidade de negócios.

Ainda em março, o Ella Hub realizou seu segundo evento do ano, em Novo Hamburgo, com a Joias Bohn, reunindo empreendedoras para falar sobre posicionamento estratégico e marca pessoal — porque crescer exige clareza, narrativa e presença. Principalmente para mulheres, que historicamente foram ensinadas a “não aparecer”.

Abril: conexões viraram acesso — e acesso virou possibilidade

Abril foi o mês em que o Ella Hub ampliou fronteiras e colocou o empreendedorismo feminino em circulação.

No WFL na Fecomércio, levamos uma comitiva de mais de 50 empreendedoras para Porto Alegre. Foi uma entrega prática do que a comunidade representa: rede de apoio que abre portas.

No South Summit Brazil 2025, participamos de Rodadas de Negócios e garantimos presença de integrantes da comunidade no maior evento de inovação do Sul do país. A mensagem foi direta: mulheres não precisam “pedir espaço”. Elas precisam chegar juntas.

E durante o World Creativity Day 2025, reunimos empreendedoras para evidenciar a liderança, inovação e criatividade do empreendedorismo feminino da Serra Gaúcha — reforçando que inovação não é monopólio de capital: é potência de território.

Maio: afeto, maternidade, capital semente — e impacto com dignidade

Maio foi um mês onde o empreendedorismo feminino apareceu com todas as suas camadas: trabalho, afeto, culpa, coragem e dinheiro no lugar certo.

A CEO Patrícia Janczak realizou uma palestra para mulheres da Orquídea, em celebração ao Dia das Mães, falando sobre maternidade e vida profissional — e sobre o desafio real de conciliar sem culpa. Isso não é “tema leve”. Isso é tema estrutural. E tem tudo a ver com a permanência das mulheres no jogo.

No encerramento da Etapa Casulo do Projeto Donna, em Flores da Cunha, aconteceu um momento poderoso: três empreendedoras foram premiadas com R$ 3 mil de capital semente, após pitch para uma banca avaliadora.

Ali, o Ella Hub mostrou o que muita iniciativa evita: impacto também é recurso financeiro chegando com critério.

Maio também marcou presença no evento Ladies in Tech, reforçando o lugar das mulheres na tecnologia e ampliando redes dentro do ecossistema de inovação.

Junho: quando o Ella Hub ocupou o palco grande — e provou capacidade de escala

Junho foi o mês da escala.

O Ella Hub foi selecionado para expor junto ao Governo do Estado do RS no Gramado Summit 2025, reforçando legitimidade institucional e presença no ecossistema.

E realizou o Ella Innovation Day 2025, na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre, reunindo aproximadamente 300 empreendedoras em um dia inteiro dedicado à inovação e ao empreendedorismo feminino.

Isso não é só “evento”. É capacidade de mobilização, é operação em escala e construção de capital simbólico coletivo.

Setembro e Outubro: reconhecimento, maturidade e a IA ganhando rosto

Em setembro, o Ella Hub foi convidado pela Rede RS Startups para participar do projeto Comunidades Inovadoras, com palestra da CEO sobre inovação e empreendedorismo feminino. É o ecossistema dizendo: “vocês têm algo consistente aqui”.

Outubro foi um marco triplo:

E aqui entra um ponto-chave para 2026: a Ella não nasceu para ser “um chatbot bonitinho”. Ela nasceu para ser braço estratégico da empreendedora — ajudando a transformar esforço em estratégia, e sonho em resultado.

Novembro: crescimento em rede (Brasil + Lisboa) e potência coletiva

Novembro fechou 2025 como um mês de expansão, presença e legado.

  • O Ella Hub foi novamente apoiador do WFL na Fecomércio
  • Realizou o Ella Lidera em 8 cidades do Brasil e em Lisboa (Portugal)
  • Foi uma das realizadoras do Conectadas – Potência Coletiva, em Porto Alegre
  • Recebeu destaque de impacto pela região Serra Gaúcha, reconhecendo o compromisso com inovação, sustentabilidade e impacto positivo

O que era local, virou rede.
O que era comunidade, virou ecossistema.
O que era potencial, virou prova.

O que 2025 provou sobre empreendedorismo feminino (sem romantizar)

2025 provou cinco coisas, com fatos:

  1. Comunidade é ativo estratégico, não enfeite.
  2. Impacto exige continuidade, não ação pontual.
  3. Visibilidade gera acesso — e acesso gera negócio.
  4. IA só vale quando simplifica a vida real e aumenta capacidade de decisão.
  5. Presença física constrói confiança e rede de apoio de verdade.

2026: o ano de escalar impacto com IA, presença e oportunidade real

Agora vem a visão — e ela não é vaga. Ela é consequência do que já foi construído.

Em 2026, o Ella Hub entra em modo consolidação com escala, com cinco frentes estratégicas:

1) Consolidar os projetos de impacto (saindo do piloto para continuidade)

O foco é transformar iniciativas como Ella Inova on the Road e programas com municípios em estruturas recorrentes, com mais parcerias institucionais e expansão territorial. Impacto com método e mensuração.

2) Ampliar a comunidade com curadoria e mais oportunidades

Crescer não é lotar grupo. Crescer é ampliar a rede mantendo qualidade, conexão e entrega. Em 2026, a comunidade expande para gerar mais parcerias, fornecimento, clientes e colaboração.

3) Ampliar a visibilidade das integrantes (Vitrine como motor de negócios)

A Vitrine evolui para ser um canal real de descoberta de marcas, conexão com eventos e oportunidades de exposição. Mais palco para quem constrói.

4) Tornar a IA ainda mais presente (Ella como braço direito)

A Ella entra com mais força para apoiar decisões, organizar prioridades e orientar o próximo passo — potencializando negócios femininos com clareza, método e estratégia.

5) Aumentar a presença física para fortalecer networking e rede de apoio

Mais encontros, mais cidades, mais momentos de conexão. Porque o que sustenta o empreendedorismo feminino não é só informação — é rede.

Manifesto final: o futuro do empreendedorismo feminino é coletivo (e é agora)

2025 foi a prova.
2026 é a consequência.

O Ella Hub não está “começando algo”.
Está escalando algo que já funciona — com impacto, com método, com visibilidade e com tecnologia a serviço das mulheres.

E quando mulheres crescem juntas, não cresce só um negócio.
Cresce um território.
Cresce uma cidade.
Cresce uma economia.

Isso é empreendedorismo feminino de verdade. 💜

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